Empresas que ainda tratam saúde mental corporativa como “assunto secundário” precisam entender uma realidade que já bate à porta: a NR-1 entrou em um novo patamar e a fase educativa está chegando ao fim. A partir de 26 de maio de 2026, começam as fiscalizações com possibilidade real de autuações, multas e responsabilizações trabalhistas para organizações que não estiverem adequadas às novas exigências sobre riscos psicossociais.
O aviso foi reforçado recentemente pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ao afirmar que não haverá novo adiamento. Traduzindo: quem ainda não estruturou ações concretas para identificar, avaliar e gerenciar fatores como assédio, sobrecarga emocional, pressão excessiva, burnout e ambientes tóxicos poderá pagar caro — financeiramente e institucionalmente.
A atualização da NR-1 transformou a saúde mental em obrigação legal. Não se trata mais de discurso bonito para campanhas internas ou postagens de redes sociais. Agora, os riscos psicossociais precisam estar oficialmente incluídos no GRO e no PGR das empresas, conforme determina a Portaria MTE nº 1.419/2024.
E o impacto vai muito além das multas.
Empresas despreparadas enfrentam aumento de afastamentos, queda de produtividade, crescimento de passivos trabalhistas, desgaste da imagem institucional e equipes emocionalmente adoecidas. O custo da negligência já não cabe mais embaixo do tapete corporativo.
Nesse cenário, profissionais especializadas como Renata Comparini e Telria Runca vêm alertando empresários sobre a urgência da adequação técnica e humana. O trabalho envolve diagnósticos dos riscos psicossociais, implementação estratégica do PGR com foco em saúde mental e relatórios alinhados às exigências legais.
A pergunta que começa a ecoar nos bastidores empresariais é direta: sua empresa está preparada para uma fiscalização que não vai mais orientar… vai autuar?
Informações e consultoria: (16) 99442-4870.

