Resgate de tradição com pitada de atualização. O governador Tarcísio de Freitas sancionou nesta semana uma nova lei que reforça — e moderniza — a execução do Hino Nacional Brasileiro nas escolas de São Paulo.
A medida, publicada no Diário Oficial, revisa regras que estavam em vigor desde 1990, ainda no governo de Orestes Quércia. Na prática, o recado é claro: tradição mantida, mas com ajustes operacionais.
Agora, o Hino deve ser cantado uma vez por semana por alunos, professores e funcionários, preferencialmente às sextas-feiras, antes do início das aulas. A gestão escolar ganha flexibilidade para escolher outro dia, desde que cumpra o combinado — alinhamento fino, sem perder o ritmo.
Outro ponto que entra no radar: o canto do Hino passa a ser obrigatório também no dia útil anterior ao Dia da Independência do Brasil. Ou seja, é aquele aquecimento cívico antes do 7 de Setembro.
A legislação anterior já previa, além do Hino, o hasteamento da bandeira nacional — um combo clássico de símbolos que atravessa gerações e reforça identidade.
No fim do dia, é cultura, civismo e rotina escolar andando juntos. Um ajuste de rota que olha pro passado, mas conversa com o presente.
