Enquanto os Estados Unidos se aproximam das celebrações pelos 250 anos da independência americana, líderes cristãos têm intensificado convocações nacionais de oração e reflexão espiritual.
O evangelista Franklin Graham anunciou uma mobilização de 50 dias de intercessão, que acontecerá entre 15 de maio e 4 de julho, reunindo pastores de todos os estados do país.
Segundo Graham, a proposta é promover momentos diários de oração ao meio-dia, transmitidos pelas redes sociais e pelo projeto “One Nation Under God” (“Uma Nação Sob Deus”).
“Enquanto nos preparamos para celebrar o 250º aniversário da nossa nação, estou convocando 50 dias de oração”, declarou o evangelista.
A iniciativa utiliza como base o versículo bíblico: “Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor”, presente no livro de Salmos.
A mobilização faz parte de uma série de eventos religiosos e cívicos ligados ao jubileu da independência americana, que será comemorado oficialmente em 2026.
O tema também ganhou destaque durante a 75ª edição do Dia Nacional de Oração, realizada no último dia 7 de maio em Washington.
O encontro reuniu parlamentares, autoridades políticas e líderes cristãos em momentos de oração pela nação.
Neste ano, o tema escolhido foi “Glorifique Deus entre as nações, buscando-O em todas as gerações”, inspirado em um trecho de 1 Crônicas 16:24.
Durante o evento, os participantes destacaram temas como arrependimento, unidade nacional e dependência de Deus diante dos desafios enfrentados pelos Estados Unidos.
O Dia Nacional de Oração faz parte de uma tradição oficial criada pelo Congresso americano em 1952, convocando a população a orar pelo governo e pelo país.
Além das transmissões diárias promovidas por Franklin Graham, outras organizações cristãs também vêm organizando encontros públicos relacionados ao aniversário histórico da nação.
Entre eles está o evento “Rededicate 250: Jubileu Nacional de Oração, Louvor e Ação de Graças”, programado para acontecer em Washington, reunindo líderes religiosos, políticos e milhares de participantes.
Nos últimos meses, movimentos cristãos americanos têm defendido que os 250 anos da independência sejam marcados não apenas por celebrações patrióticas, mas também por um despertar espiritual.

Recentemente, o país promoveu ainda uma maratona nacional de leitura da Bíblia com participação de autoridades, artistas, líderes religiosos e cidadãos comuns.
Cerca de 500 pessoas participaram da leitura pública das Escrituras, incluindo Donald Trump, Franklin Graham e ministros cristãos.
Entre bandeiras, discursos e cerimônias históricas, muitos líderes religiosos afirmam que o verdadeiro futuro da nação não será decidido apenas pela política ou pela economia, mas também pelos joelhos dobrados em oração.
