Sem romantizar: buraco não espera. E em Franca, a resposta veio no ritmo do asfalto quente. Em apenas 100 dias de 2026, entre 1º de janeiro e 10 de abril, a Prefeitura de Franca, por meio da Secretaria de Infraestrutura, executou quase 2,1 mil ordens de serviço de remendo asfáltico.
Na média? Pelo menos 20 intervenções por dia. É produção em escala — modo operação ligado.
O cenário explica a urgência. A malha viária da cidade, especialmente na região central, sente o peso do tempo e do tráfego intenso. Com mais de 15 anos, em média, o asfalto urbano já dá sinais claros de desgaste. Some a isso o fluxo pesado de veículos e pronto: a conta chega em forma de buracos.
E teve mais um fator que acelerou esse processo: o clima. As chuvas acima da média no verão funcionaram como um “atalho” para o problema, ampliando a quantidade de danos nas vias e exigindo respostas mais rápidas do poder público.
A estratégia adotada mistura planejamento e reação. Parte dos reparos é programada pela própria secretaria; outra parte vem direto da população, que virou peça-chave nesse jogo.
É aí que entra o TapeZap — canal direto com a rua. Pelo número (16) 99999-8480, moradores podem informar pontos críticos. Quanto mais completo o chamado — endereço, referência e até foto — mais ágil é o atendimento. Simples, direto e eficiente.
No fim, é aquela lógica básica de gestão urbana: cidade viva exige manutenção constante. Asfalto bom não é luxo — é infraestrutura básica.
E Franca, pelo visto, está correndo atrás do prejuízo… literalmente, metro por metro.
