Uma nova enxurrada de notícias falsas sobre benefícios sociais do Governo Federal — com foco no Bolsa Família e nas aposentadorias do INSS — voltou a circular nos últimos dias. O barulho digital tem causado apreensão, principalmente entre pessoas com menor acesso à informação e menos familiaridade com canais oficiais.

No caso do Bolsa Família, a fake news da vez tenta convencer beneficiários de que haveria restrições para o saque do pagamento mensal. A informação é falsa. Segundo o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias, não houve qualquer mudança no programa.

O ministro informou ainda que a Polícia Federal foi acionada para investigar os responsáveis pela disseminação do conteúdo enganoso, já que a prática configura crime.
“Há comprovação da divulgação de informações falsas que induzem as pessoas ao desespero. Vamos priorizar o combate a esse crime”, afirmou.

Wellington Dias reforçou que o cartão do Bolsa Família funciona como cartão de débito, podendo ser usado tanto para saques quanto para compras em estabelecimentos comerciais. “Se a pessoa recebe R$ 1.050, o valor está totalmente liberado. A gestão do dinheiro cabe a cada beneficiário”, explicou.

Outro ponto-chave: o Bolsa Família não solicita dados pessoais, senhas ou códigos. Qualquer comunicação oficial ocorre apenas por extrato bancário ou pelos canais oficiais do governo. A orientação é clara: não compartilhar e não responder mensagens suspeitas.

Para denúncias de fraude, esclarecimento de dúvidas ou informações sobre o benefício, o atendimento é feito pelo telefone 121. A ligação é gratuita para telefones fixos e celulares, com atendimento humano de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e atendimento eletrônico nos demais horários.

Em bom português corporativo: informação confiável é ativo estratégico. No ruído das redes, vale o básico que sempre funcionou — checar a fonte, confiar no oficial e não cair em pânico. Informação falsa custa caro. Informação certa protege.