Com o fim das repescagens nesta última terça-feira (31), o mapa da bola está fechado: as 48 seleções que vão disputar a Copa do Mundo FIFA 2026 já estão definidas. O torneio acontece entre junho e julho, com sede tripla — Estados Unidos, México e Canadá — no maior Mundial da história.
E já começa com plot twist relevante: a Itália, tetracampeã, está fora de novo. Eliminada pela Bósnia, a seleção italiana amarga a terceira ausência consecutiva — um gap que pesa no legado.
Como ficaram os grupos
A divisão veio no modelo expandido — mais seleções, mais jogos, mais caos controlado. Olha o breakdown:
Grupo A: México, África do Sul, Coreia do Sul, República Tcheca
Grupo B: Canadá, Bósnia, Qatar, Suíça
Grupo C: Brasil, Marrocos, Haiti, Escócia
Grupo D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália, Turquia
Grupo E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim, Equador
Grupo F: Holanda, Japão, Suécia, Tunísia
Grupo G: Bélgica, Egito, Irã, Nova Zelândia
Grupo H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita, Uruguai
Grupo I: França, Senegal, Iraque, Noruega
Grupo J: Argentina, Argélia, Áustria, Jordânia
Grupo K: Portugal, República do Congo, Uzbequistão, Colômbia
Grupo L: Inglaterra, Croácia, Gana, Panamá
Visão de jogo
Agora é execução. Com 48 seleções, o Mundial vira um verdadeiro ecossistema global: mais diversidade, mais zebras possíveis e um calendário que exige profundidade de elenco — não é só talento, é gestão.
O Brasil cai em um grupo competitivo, mas com espaço para avançar. Já potências europeias chegam pressionadas, enquanto seleções emergentes entram com fome de protagonismo.
Resumo executivo: o palco está montado, os players definidos e o risco distribuído. A Copa de 2026 promete menos previsibilidade e mais história sendo escrita em tempo real.
