Dinheiro na conta — e com impacto direto na economia. Começou nesta quarta-feira (15) o pagamento de mais um lote do abono salarial PIS/Pasep, contemplando trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos nascidos em março e abril, que tiveram carteira assinada em 2024.
O benefício funciona como um reforço de renda e segue uma lógica proporcional: quanto mais meses trabalhados no ano-base, maior o valor recebido. No teto, pode chegar a um salário mínimo. Para quem trabalhou menos tempo, a conta é simples — divide o mínimo por 12 e multiplica pelos meses de serviço. Sem mistério, só matemática.
No macro, o impacto é robusto. O governo projeta injetar mais de R$ 33 bilhões na economia ao longo do calendário de pagamentos, alcançando cerca de 27 milhões de brasileiros. É dinheiro girando, consumo reagindo e fôlego extra no bolso de quem precisa.
Para entrar nesse jogo, há critérios claros: ter recebido até dois salários mínimos mensais no ano-base, estar inscrito no programa há pelo menos cinco anos e ter exercido atividade formal com registro.
Na prática, é aquele alívio que chega em boa hora. Para muitos, paga conta. Para outros, organiza a vida. No fim, é renda circulando — e fazendo diferença real no dia a dia.
