O evangelista João Basques, conhecido pelo trabalho missionário realizado em comunidades de Belo Horizonte, emocionou seguidores ao testemunhar que foi curado durante um culto realizado na favela Cabana do Pai Tomás, após receber oração de um adolescente.
Líder do movimento cristão Parousia, João compartilhou nas redes sociais um vídeo em que aparece chegando ao culto usando muletas, poucos dias após sofrer uma grave torção no tornozelo.
Segundo ele, a lesão provocou rompimento parcial dos ligamentos e o impedia de apoiar o pé no chão.
“O maior questionamento que eu tinha era nunca ter experimentado uma cura em mim mesmo”, relatou o evangelista.
Mesmo machucado, João decidiu participar do encontro realizado na comunidade onde cresceu. Ele contou que subir os becos da favela de muletas foi difícil, mas sentiu que precisava estar ali para incentivar os jovens na fé.
Durante o culto, marcado por louvor e pregação sobre a vida do discípulo Tomé, um adolescente chamado Ítalo se aproximou pedindo para orar pelo tornozelo ferido.
Segundo João, o jovem faz parte dos adolescentes discipulados pelo ministério e tem se destacado pela dedicação espiritual.
Após a oração, o evangelista contou que sentiu algo diferente.
“Eu não conseguia colocar o pé no chão. Quando ele terminou de orar, eu me levantei e comecei a andar pela sala”, testemunhou.
O momento emocionou os participantes do culto. Segundo João, médicos estimavam que ele ficaria semanas sem conseguir caminhar normalmente, mas poucos dias depois da lesão já conseguia andar sem auxílio das muletas.
“Deus derramou uma porção nova sobre mim. Eu compreendi ainda mais o alívio que Jesus traz através da cura”, afirmou.
O evangelista disse que a experiência mudou sua forma de enxergar o próprio ministério, principalmente ao orar por pessoas enfermas.
João Basques é fundador do movimento Parousia, projeto evangelístico que nasceu na própria favela Cabana do Pai Tomás e hoje atua levando ações sociais, discipulado e evangelização para jovens da comunidade.
Entre becos apertados, louvores simples e mãos erguidas em oração, o que começou como uma noite comum na favela terminou como testemunho de fé para quem acompanhava o culto.
