Após anos enfrentando frustrações, perdas gestacionais e um diagnóstico de infertilidade, a cristã Juliana Alves emocionou as redes sociais ao compartilhar o nascimento de suas trigêmeas, considerado por ela e pela família um verdadeiro milagre de Deus.
Juliana e o esposo já eram pais de uma adolescente quando decidiram tentar aumentar a família. No entanto, a caminhada foi marcada por dor e espera. Durante sete anos, o casal tentou engravidar novamente, mas acabou enfrentando duas perdas gestacionais.
Em uma das gestações, Juliana precisou retirar a trompa esquerda após complicações. Depois de novos exames, veio o diagnóstico que abalou a família: infertilidade.
Mesmo diante da notícia, ela afirma que escolheu continuar acreditando nas promessas que havia recebido em sua igreja. Em 2022, durante um culto na Igreja Apostólica Alinhamento Pleno, Juliana recebeu uma palavra profética que marcaria sua trajetória.
“Recebi uma palavra de que em 2023 eu iria gerar e que não seria apenas porção dobrada, mas o dobro do dobro”, contou em vídeo publicado nas redes sociais da igreja.
Em fevereiro de 2023, novos exames médicos voltaram a confirmar que ela não conseguiria sustentar uma gestação naturalmente e que precisaria recorrer a tratamentos especializados caso quisesse tentar novamente.
“O médico disse que meu útero não suportaria outra gravidez de forma natural. Mas eu tinha uma palavra e uma fé”, relembrou.
Quinze dias depois do diagnóstico, porém, veio a surpresa que transformou completamente a história da família: Juliana descobriu que estava grávida — e não de apenas um bebê.
“Eu não estava gerando apenas uma vida. Deus me permitiu gerar três vidas de maneira sobrenatural”, testemunhou.
A gravidez de trigêmeas exigiu cuidados intensos e repouso absoluto durante toda a gestação. As meninas nasceram em 8 de setembro de 2023, saudáveis, e permaneceram 28 dias na UTI neonatal apenas para ganho de peso.
“Minhas meninas nasceram perfeitas para a glória de Deus”, afirmou a mãe emocionada.
Meses depois, a família participou de um culto de apresentação das crianças no altar, celebrando aquilo que Juliana define como cumprimento de uma promessa divina.
“Gerar um testemunho dói, mas vale a pena continuar confiando e descansando, porque Aquele que prometeu é fiel para cumprir”, declarou.
