O pastor Tom Dias fez um chamado direto e sem rodeios: é hora de deixar Jesus Cristo remover a cegueira espiritual e viver, de fato, na luz.
A mensagem foi compartilhada durante pregação na Igreja Adventista da Promessa Vila Helena, em Sorocaba, com base no capítulo 9 do Evangelho de Evangelho de João — o episódio em que Jesus cura um cego de nascença.
Na leitura do pastor, o ponto não é só o milagre físico. É visão espiritual, é mudança de mindset. “Jesus é a luz que revela aquilo que a gente não quer ver — a própria cegueira”, destacou.
Tom trouxe uma virada de chave poderosa: antes de enxergar o problema, Cristo enxerga a pessoa. Ele não viu primeiro a deficiência, viu o homem. E isso muda tudo. É sobre identidade antes de condição.
Na prática, o recado foi claro: Jesus não rotula. Ele não vê o vício, vê o filho. Não vê o erro, vê a história. Ele atravessa as camadas — traumas, máscaras, dores — e chega no coração. Ali, entra com graça e faz o que ninguém mais consegue fazer.
O pastor também relembrou a reação dos discípulos, que tentaram racionalizar o sofrimento buscando culpados. Mas Jesus reposiciona a conversa: não é sobre culpa, é sobre propósito. É sobre revelar a glória de Deus.
Na narrativa bíblica, o processo de cura — com lama nos olhos e lavagem — simboliza mais do que um milagre: é transformação progressiva. É quando o que antes era só som começa a ganhar imagem. Quando a vida, antes embaçada, começa a fazer sentido.
Segundo Tom, aquele homem não foi só curado da cegueira física, mas restaurado por completo. E aí vem o punchline: a pior cegueira não é dos olhos — é a da alma.
Citando referências de homens como Davi, Paulo de Tarso e Jeremias, ele reforçou que o maior problema humano não é doença, é o pecado que afasta da luz.
No fechamento, o pastor deixou um desafio prático — quase um ultimato espiritual: continuar na escuridão ou assumir uma fé real, viva, que encara a própria cegueira e corre pra Cristo.
Resumo na lata: quem reconhece que não vê… começa a enxergar.
