O técnico José Mourinho entrou no debate global e soltou o verbo sobre a Copa do Mundo FIFA de 2026. Hoje no Benfica, ele colocou o Brasil no radar dos favoritos — mas com um detalhe que muda o jogo: o comando de Carlo Ancelotti.
Sem rodeio, Mourinho foi direto: com Ancelotti, o Brasil sobe de patamar. Na visão dele, a seleção ganha outra leitura tática, outra casca. E isso, no nível de Copa, pesa.
Além do Brasil, o treinador desenhou um mapa claro de contenders: Argentina, atual campeã, aparece como equipe sólida e conectada; a França surge com elenco profundo — quase três times competitivos — e a Inglaterra segue como promessa constante, aquela que bate na porta até entrar.
Mas nem tudo são flores no discurso do português. O novo formato da Copa, com 48 seleções e jogos espalhados por Estados Unidos, México e Canadá, virou alvo de crítica.
Na lata: ele vê valor social, festa global, mas questiona o nível técnico. Pra Mourinho, o inchaço de seleções dilui a competitividade nas fases iniciais. Chegou a ironizar dizendo que pensa em “tirar férias” até as quartas de final — quando, segundo ele, o torneio começa de verdade.
No cronograma, a abertura está marcada para 11 de junho, com México em campo. O Brasil estreia no dia 13 contra Marrocos e ainda encara Haiti e Escócia na fase de grupos.
Resumo do playbook: Copa maior, vitrine maior — mas, na visão de Mourinho, o futebol de verdade só entra em campo quando a margem de erro zera.
