A Escola Estadual Iarbas Rodrigues, localizada em Claraval (MG), passou a ser alvo de denúncias envolvendo a qualidade da alimentação servida aos estudantes. Entre os relatos apresentados por pais e membros da comunidade escolar estão supostas larvas na comida e alimentos com sinais de má conservação.
Segundo as denúncias, estudantes teriam encontrado larvas no arroz servido durante a merenda. Também houve reclamações sobre o sabor de uma linguiça de porco oferecida aos alunos, que estaria com gosto estranho, levantando suspeita de alimento estragado.
Em uma manifestação anônima encaminhada às autoridades, o denunciante relatou preocupação com a saúde das crianças.
“Estão sendo servidos alimentos em condições impróprias para consumo. Isso pode colocar os alunos em risco, causando intoxicação alimentar e outros problemas graves”, afirmou.
Vereadores acompanham caso
Após a repercussão, pais de alunos acionaram vereadores do município. Um grupo de parlamentares esteve na escola para conversar com a direção sobre a situação.
O vereador Honoroalde Carrijo (Avante) informou que a diretora da unidade disse não ter sido comunicada sobre a suposta presença de larvas no alimento.
Sobre a linguiça, segundo ele, a direção explicou que o produto não estaria estragado, mas que o sabor desagradou os alunos por ter sido preparado cozido, e não frito.
Secretaria de Educação se manifesta
A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) informou que tomou conhecimento das denúncias e afirmou que nenhum estudante ou integrante da comunidade escolar apresentou problemas de saúde relacionados à merenda servida.
Ainda de acordo com a pasta, uma vistoria foi realizada na unidade com a presença de um nutricionista da Superintendência Regional de Ensino de São Sebastião do Paraíso, responsável pela escola.
Segundo o órgão, não foram encontrados alimentos vencidos nem irregularidades no armazenamento ou preparo da merenda.
Medidas preventivas
Mesmo sem constatar problemas, a Superintendência informou que promoveu uma capacitação com as auxiliares de serviços gerais da escola para aprimorar o preparo dos alimentos e revisar o cardápio oferecido aos estudantes.
A secretaria destacou ainda que as escolas estaduais contam com estrutura adequada para armazenamento de alimentos e acompanhamento técnico de nutricionistas, desde a elaboração dos cardápios até a execução das refeições.
A Escola Estadual Iarbas Rodrigues, localizada em Claraval (MG), passou a ser alvo de denúncias envolvendo a qualidade da alimentação servida aos estudantes. Entre os relatos apresentados por pais e membros da comunidade escolar estão supostas larvas na comida e alimentos com sinais de má conservação.
Segundo as denúncias, estudantes teriam encontrado larvas no arroz servido durante a merenda. Também houve reclamações sobre o sabor de uma linguiça de porco oferecida aos alunos, que estaria com gosto estranho, levantando suspeita de alimento estragado.
Em uma manifestação anônima encaminhada às autoridades, o denunciante relatou preocupação com a saúde das crianças.
“Estão sendo servidos alimentos em condições impróprias para consumo. Isso pode colocar os alunos em risco, causando intoxicação alimentar e outros problemas graves”, afirmou.
Vereadores acompanham caso
Após a repercussão, pais de alunos acionaram vereadores do município. Um grupo de parlamentares esteve na escola para conversar com a direção sobre a situação.
O vereador Honoroalde Carrijo (Avante) informou que a diretora da unidade disse não ter sido comunicada sobre a suposta presença de larvas no alimento.
Sobre a linguiça, segundo ele, a direção explicou que o produto não estaria estragado, mas que o sabor desagradou os alunos por ter sido preparado cozido, e não frito.
Secretaria de Educação se manifesta
A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) informou que tomou conhecimento das denúncias e afirmou que nenhum estudante ou integrante da comunidade escolar apresentou problemas de saúde relacionados à merenda servida.
Ainda de acordo com a pasta, uma vistoria foi realizada na unidade com a presença de um nutricionista da Superintendência Regional de Ensino de São Sebastião do Paraíso, responsável pela escola.
Segundo o órgão, não foram encontrados alimentos vencidos nem irregularidades no armazenamento ou preparo da merenda.
Medidas preventivas
Mesmo sem constatar problemas, a Superintendência informou que promoveu uma capacitação com as auxiliares de serviços gerais da escola para aprimorar o preparo dos alimentos e revisar o cardápio oferecido aos estudantes.
A secretaria destacou ainda que as escolas estaduais contam com estrutura adequada para armazenamento de alimentos e acompanhamento técnico de nutricionistas, desde a elaboração dos cardápios até a execução das refeições.
