O relógio está correndo — e não é força de expressão. Falta exatamente um mês para o fechamento do cadastro eleitoral no Brasil. O prazo final é 6 de maio, data limite para quem precisa tirar o primeiro título, transferir o domicílio eleitoral ou regularizar a biometria para votar nas Eleições Gerais de 2026.

Depois disso, meu amigo, a porta fecha. A partir de 7 de maio, nenhuma alteração poderá ser feita até o fim do processo eleitoral. É o tipo de prazo que não negocia — ou resolve agora, ou fica de fora.

Em outubro, o país inteiro entra no modo decisão. Os brasileiros vão às urnas para escolher presidente da República, governadores, dois senadores por estado, além de deputados federais e estaduais. É o pacote completo da democracia em ação.

A Justiça Eleitoral reforça o recado: dá pra resolver muita coisa online, direto no site do TSE — simples, rápido, sem burocracia desnecessária. Mas tem um detalhe operacional: quem ainda não cadastrou a biometria precisa ir presencialmente a um cartório eleitoral. Sem digital, sem check-in no sistema.

Sobre o voto: é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos. Já para jovens de 16 e 17 anos e idosos acima de 70, é opcional — mas segue sendo uma ferramenta poderosa de voz e escolha.

Resumo executivo: prazo definido, processo acessível, impacto gigante. Agora é agir. Porque, no fim das contas, democracia não funciona no modo automático — precisa de gente presente, consciente e regularizada.