A conta de luz segue no modo “alívio” em abril. A Agência Nacional de Energia Elétrica confirmou a manutenção da bandeira verde para o mês, o que significa, na prática, tarifa sem cobrança extra para os consumidores.

A última mudança no sistema ocorreu em dezembro, quando a bandeira amarela entrou em cena, adicionando R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos. Desde então, o bom volume de chuvas ao longo do verão segurou os custos de geração, permitindo a volta ao nível mais favorável da escala.

Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias funciona como um termômetro do setor elétrico — um “semáforo” que sinaliza se a energia está mais barata ou mais cara. A classificação vai da bandeira verde, passando pela amarela e pelos níveis vermelho 1 e 2, até chegar ao estágio de escassez hídrica, quando a situação é crítica.

Apesar do cenário positivo, a Aneel reforça que o equilíbrio do sistema depende de um fator-chave: consumo consciente. Em outras palavras, mesmo com a luz mais barata, desperdício não entra no planejamento.