Após cerca de 48 horas de angústia, a fé falou mais alto. A família de Alice, de apenas 4 anos, celebrou com louvor o reencontro da menina, encontrada com vida no último sábado (31), em Minas Gerais. O desfecho trouxe alívio, lágrimas e gratidão a todos que acompanharam a mobilização.

Alice havia desaparecido na quinta-feira (29), após sair sozinha da casa da avó. Desde então, uma força-tarefa tomou conta da região, reunindo Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e voluntários, em uma operação que uniu técnica, solidariedade e esperança. As buscas contaram com 12 guarnições, 38 militares, dois cães farejadores e apoio de recursos tecnológicos.

A menina foi localizada por volta das 14h de sábado, em uma área rural, inicialmente por voluntários que atuavam no local desde o início do desaparecimento. Na sequência, equipes do Corpo de Bombeiros realizaram o resgate e encaminharam Alice para atendimento hospitalar.

Emoção no reencontro

Nas redes sociais, o tio Felipe Maciel compartilhou um vídeo comovente do momento em que Alice reencontra a família. Nas imagens, a criança aparece no colo de um familiar, enquanto um homem declara, emocionado:

“Obrigado, Senhor. Obrigado, Pai. O Senhor é maior, Deus”.

A cena rapidamente se espalhou, emocionando milhares de pessoas, que agradeceram a Deus e reconheceram o trabalho incansável das equipes envolvidas.

Reprodução via Instagram @macieldrak_

De acordo com o Corpo de Bombeiros, Alice foi encontrada consciente, com sinais vitais preservados e em boas condições de saúde, apresentando apenas algumas marcas de capim pelo corpo.

Felipe também agradeceu o apoio recebido durante os dias de busca e tranquilizou a todos:

“Ela está bem, foi encaminhada para o hospital para fazer alguns exames e logo logo já estará em casa”.

A mãe da criança, Karine Maciel, informou que Alice é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Nas redes sociais, a comoção foi geral. Mensagens de fé e gratidão se multiplicaram:

“Deus sempre será o Deus do impossível”.

“Deus cuidou dela o tempo todo”.

“Chorei, pulei e agradeci. Quando olhava para minha filha de 2 anos, só pensava: ‘Onde Alice está?’. E o Deus do impossível mostrou. Obrigada, Senhor”.

Uma história marcada pela angústia, mas selada pela fé, pela união e pela vida.