Com o Halloween se aproximando, um alerta grave ecoa no mundo cristão: há uma guerra espiritual por trás das fantasias, doces e luzes. Riaan Swiegelaar, ex-satanista que hoje professa o Evangelho, afirma conhecer bem os bastidores dessa batalha.

Durante participação no Podcast Jesus People, comandado por Ryan Miller, Riaan explicou que o Halloween foi moldado como instrumento espiritual de engano. Ele diz que Satanás tem “território” nesse dia — que para ele é o mais estratégico do calendário satânico — e usa decorações, rituais e festividades para abrir pontes espirituais.

“O Halloween é o dia mais importante do calendário satânico. É também a noite do ano em que há o maior sacrifício humano em todo o planeta”, afirmou.
Ele acrescentou que, em bairros onde se celebra o Halloween com decorações e atividades, aquele perímetro se torna “um grande ritual satânico”, uma zona vulnerável a influências demoníacas.


O que fazer como cristão?

Quando Ryan perguntou: “Então, o que fazemos?”, Riaan foi direto:

  1. Verificar sua posição diante de Deus
    Ele insistiu que cristãos devem primeiro garantir que não há pecado oculto nem “portas abertas” em sua vida espiritual — que estejam em aliança justa com Deus.
  2. Orar com autoridade
    Segundo ele, a oração é poderosa, mas precisa sair de um lugar de integridade: “Antes de orar sobre coisas assim, certifique-se de que sua posição diante de Deus seja justa e não hipócrita.”
    Ele estimulou a reivindicar territórios espirituais:
    “Ao passar de carro por aquele local você declara: ‘Satanás, você não pode ter esse bairro… Eu quebro a influência do diabo em nome de Jesus’.”
  3. Arrependimento e fechamento de portas
    Riaan lembrou que a graça permite arrepender-se, fechar portas e restaurar relações com Deus. Ele disse que fez isso pessoalmente: quando percebeu uma falha, reconheceu, arrependeu-se e “fechou aquela porta”.

Um “acorde, Igreja”

Ele também fez um apelo: muitos cristãos tratam o Halloween como brincadeira, sem conhecer suas origens. Ele recomendou investigação: “Quem fundou? O que defendiam? De onde vem?” — para despertar no corpo cristão um discernimento maior.

Segundo ele, um dos grandes problemas é a falta de discernimento:

“80% dos cristãos não têm discernimento, coragem e não sabem discernir a voz de Deus porque não passam tempo suficiente com Ele.”
“O sangue de Jesus não cobrirá o que deve ser descoberto. O tempo de brincar acabou… acorde Corpo de Cristo!”

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